Gardner Minshew II Jersey Daniel Jones Womens Jersey  BACANTES 21 ANOS - Teat(r)o Oficina

BACANTES 21 ANOS

*BACANTES 21 ANOS*
Maioridade da Macumba de Origem do Teatro Dionizi?aco no Brasil
na ERA da ANTROPOFE?MEA

O Itau? Cultura?l apresenta: Bacantes no Teat(r)o Oficina! Num trajeto ?de Lina a Lina?, depois de tre?s sesso?es lotadas no Sesc Pompeia, o espeta?culo entra em cartaz no Teatro Oficina, dia 28 de outubro, na comemorac?a?o dos 58 anos de existe?ncia da companhia e segue em temporada ate? 23 de dezembro, com ?apoio institucional do ?Itau? Cultural e patroci?nio de manutenc?a?o de companhia da Petrobras?. Os 21 anos de ?Bacantes sera?o com? o um vinho t?orna viagem.

O Sesc SP na comemorac?a?o de seus 70 anos deu de presente a? cidade a festa de 21 anos de Aniversa?rio dos Ritos d Baco no Brasil?. O pu?blico que lotou o Sesc Pompeia se apropriou do espeta?culo como o lugar de reexiste?ncia frente a? onda conservadora que a todo custo, tenta impedir os deli?rios da multida?o de estar junta para celebrar e produzir alegria – ac?a?o biopoli?tica mais que necessa?ria nos dias de hoje.

*TEATRO OFICINA 58 ANOS*
Fundada em 1958, a Companhia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona mistura em seus ritos teat(r)ais mu?sica, artes pla?sticas, vi?deo, cinema, arquitetura, urbanismo, danc?a, em processos de co-criac?a?o entre artistas. A BIGORNA, lugar onde se forja o ferro e o corpo, onde se transforma e interpreta a vida, e? si?mbolo da companhia desde sua fundac?a?o – uma bigorna de ferro foi colocada por Lina Bo Bardi na fachada do edifi?cio, na cabec?a. Desde 1967, com a montagem de O Rei da Vela, de Oswald de Andrade, a companhia tem como linha este?tica a antropofagia, incorporada ate? hoje na criac?a?o de seus espeta?culos, ritos e filmes, e o Teat(r)o Oficina, nas muitas de?cadas de existe?ncia, consolidou-se como um lugar de produc?a?o de arte e conhecimento.

*2016 | TER A CABEC?A DO INIMIGO NAS MA?OS*
Em 2016, a ordem proclama: crise econo?mica, crise poli?tica. A Companhia Teatro Oficina U? zyna Uzona vai na contrama?o e recria o espeta?culo? com time de 70 artistas. Bacantes e? uma ac?a?o a esse momento.

A montagem de uma pec?a com elenco ta?o grande,
apesar de ser um contra-senso,
e? uma resposta a? crise de presenc?a,
que tem causado a diminuic?a?o de pu?blico em diversos espeta?culos.

*Bacantes po?e em cena
o poder da presenc?a
diante da presenc?a do poder.*

O rito vive a chegada de Dionyzio (Marcelo Drummond), filho de Zeus (Sergio Siviero) e da mortal Semelle (Camila Mota), em sua cidade natal, TebaSP, que na?o o reconhece como Deus. Trava-se o embate entre o mortal Penteu (Fred Steffen), filho de Agave (Joana Medeiros), que, atrave?s de um golpe de estado, tomou o poder do avo?, o Governador Kadmos (Ricardo Bittencourt e Sergio Siviero) e tenta proibir a realizac?a?o do Teatro dos Ritos Ba?quicos oficiados por Dionyzio e o Coro de Sa?tiros e Bacantes nos morros da cidade.

Com a ascensa?o do fascismo e da direita em escala global, Penteu e? a personagem mais contempora?nea da pec?a. Ele esta? presente na cabec?a dominante do golpe no Brasil, heranc?a de nosso legado racista, patriarcal, escravocrata e sexista, que tem na propriedade privada a legitimac?a?o de genoci?dios; e? a possibilidade concreta de Donald Trump se tornar presidente dos Estados Unidos; e? o discurso de hategroups que na?o conseguem contracenar com as diferenc?as; e? a cara nova, do privatizante e “apoli?tico” projeto neoliberal.

No terceiro ato, o coro de Bacantes e Sa?tiros que presentificam a multida?o – o movimento das mulheres que reexiste frente ao machismo, as lutas sociais – conduzidos por sua ma?e, estrac?alham e devoram Penteu num tra?gico banquete antropo?fago – um rito de adorac?a?o da adversidade, que abomina pra?ticas de neutralizac?a?o ou extinc?a?o de outras culturas, pensamentos, este?ticas e viso?es de mundo.

Nesse movimento, o coro se revela mais contempora?neo que Penteu, pois vai em direc?a?o ao primitivo, num retorno ao pensamento em estado selvagem com percepc?a?o da cosmopoli?tica indi?gena, que hoje nos mostra como totemizar a predac?a?o e o trauma social do capitalismo e do antropocentrismo que atravessam continentes e se?culos carregando a mitologia do Progresso a qualquer custo.

Com mu?sicas compostas por Ze? Celso e ?seu amadorismo de macaca de audito?rio da Ra?dio Nacional, incorporando o Teatro de Revista, ?Bacantes vai muito ale?m do musical americano, e depois de 20 anos da estreia, a evoluc?a?o musical do Coro do Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, desde as montagens de ?Os Serto?es ate? as imerso?es nas obras de Villa Lobos e Paul Hindemith, preparou a companhia para a atuac?a?o nesta ?o?pera eletrocandomblaica com a qualidade que lhe e? devida.

A mu?sica e? executada ao vivo pelos coros & banda – Chica?o (piano e teclados), Gui Calzavara (bateria e trompete), Mali Sampaio (baixo), Ito Alves (percussa?o), Moita (guitarra) e Leti?cia Coura (cavaquinho).

*A PEC?A E A COSMOGONIA DE UMA ENCENAC?A?O | 21 ANOS E MAIS*

*405 a.C.*
Bacantes, ?Bakxai, e? a u?ltima trage?dia escrita por Euri?pedes, o terceiro grande dramaturgo grego, que dedicou a maior parte de suas pec?as a um conteu?do social, onde era frequente a ause?ncia de mitos. Na velhice, e? exilado na Macedo?nia em uma casa situada ao lado de um terreiro de velhas bacantes, onde escuta celebrac?o?es dos ritos da origem do teatro, preservados por elas. Euri?pedes documenta e reconstitui esses ritos, bem mais remotos que ele, em 25 cantos e cinco episo?dios.

*1983 – 1986 | CRIAC?A?O DA DRAMATURGIA BRAZYLEIRA*
O Teatro Oficina prepara a primeira versa?o do texto, finalizada em 1987. Nos anos 80, a companhia realiza diversos trabalhos de coro, composic?a?o de mu?sicas e constro?i uma dramaturgia antropo?faga. Sa?o co-autores dytirambistas dos tyasos dionizi?acos Euri?pedes, Ze? Celso, Catherine Hirsch, Denise Assunc?a?o e Marcelo Drummond.

Segundo Fernando Peixoto, em texto sobre a traduc?a?o feita pela companhia, ?Jose? Celso e? mais dionisi?aco que Euri?pedes. Seu texto, proposta para um espeta?culo, esti?mulo para a encenac?a?o, partitura de palavras em busca de uma partitura musical com estrutura de o?pera, avassalador e criativo vo?mito de frases poe?ticas que incorporam ate? mesmo como citac?a?o expli?cita elementos da vida nacional e popular do Brasil de hoje, na?o e? nem uma acade?mica traduc?a?o e muito menos uma livre e desenfreada adaptac?a?o. As Bacantes que ele elabora como texto ou pre?-texto para um projeto de espeta?culo capaz de integrar o terreiro de nossas religio?es afro com a mu?ltipla presenc?a de aparelhos de vi?deo, necessitando mu?sica que mescle o atabaque com o sintetizador eletro?nico, e? fruto de uma inso?lita e mediu?nica parceria: Euri?pedes–Jose? Celso. Direitos autorais a serem divididos 50% (…) E ambos devem parte de seus direitos a?s mais aute?nticas, esponta?neas e transgressoras religio?es-tradic?o?es de de seus povos: Euri?pedes seria pobre sem os mitos da religia?o grega, assim como Jose? Celso seria mais pobre sem os rituais das religio?es negras.

*1993 | TERREIRO ELETRO?NICO D LINA BARDI E EDSON ELITO*
O texto de 1987 e? matriz e incorpora em sua estrutura poe?tica pec?as que sera?o encenadas a partir da de?cada de 90. E antes da montagem do espeta?culo, a dramaturgia se materializou na construc?a?o do terceiro Teatro Oficina, de Lina Bo Bardi e Edson Elito, paradoxalmente inaugurado com ?Ham-Let, de Shakespeare, em 1993, e com projeto arquiteto?nico inspirado diretamente nas necessidades dos elementos da arquitetura ce?nica de ?Bacantes: terreira eletro?nica, extratoporto, cha?o de cimento com tira de terra crua, ce?u aberto em teto mo?vel para comunicac?a?o com os ura?nidas, jardim tu?mulo de Semele, fogo, fonte de Dirce – cachoeira. Esse espac?o, dramaturgicamente arquitetado, em 2015, foi eleito o melhor teatro do mundo, segundo o ?The Guardian.
A pec?a e? a grande diretora da linguagem desenvolvida pela companhia: tragykome?dyOrgyas, o?peras de carnaval ?elektrocandomblaicas.

*1995 | PRIMEIRO NASCIMENTO*
Bacantes teve sua primeira montagem, sua estreia, no ?Teatro Grego de Ribeira?o Preto dia 11 d agosto d 1995, noite d Aniversa?rio de 33 anos do Ator q criou a Persona de Dioni?sios Marcelo Drummond. A implantac?a?o deste Rito no Brasil, iria revolucionar os Caminhos do Oficina Uzyna Uzona com ?o Ritual de sua ?1a O?pera de Carnaval.

*1996 | PU?BLICO ATUADOR*
Estreou em 1996 no Teatro Oficina, ja? terreiro eletro?nico de Lina Bo Bardi e Edson Elito, encenada como o?pera de Carnaval para cantar o nascimento, morte e renascimento de Dionyzio, Deus do Teatro, do vinho e do carnaval.
O pu?blico, apaixonado pela pulsa?o teatral, na primeira temporada de Bacantes passou pelo rito de passagem a? outra Re-iniciac?a?o: do Teatro Orgya?stico, aberto para todas as democracias, vivo, como a Multida?o nos Coros da Trage?dia Grega ou nos anti?gos carnavais. Foi o embria?o de um coro que nas de?cadas seguintes atuou no dia a dia dos espeta?culos da companhia.

*1997 – 2011*
O texto phalado em brazyleiro, pra boca de todos, e? encenado em diversos teatros de esta?dio – espac?os ce?nicos construi?dos com estrutura semelhante ao Teatro Oficina, sempre em formato de pista, e ?Bacantes e? apresentada para multido?es em muitas cidades do Brasil e do Mundo: Araraquara, Brasi?lia, Salvador, Recife, Bele?m, Manaus, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Sa?o Paulo, Fortaleza, Lie?ge e Lisboa.

*SERVIC?OS*
Bacantes, de Euri?pedes, Ze? Celso e Teat(r)o Oficina

*Datas*
28/10, ?estreia?, 20h.
De 29/10 a 23/12 de 2016 – sa?bados e domingos. 18h
*Sesso?es especiais:*
02/11 – quarta feira 18h 23/12 – sexta feira 14h30
*Ingressos:*
R$60,00 – inteira
R$30,00 – meia entrada (estudantes, artistas, professores e pessoas acima de 60 anos) R$20,00 (moradores do Bixiga, com comprovante de reside?ncia).
*INGRESSOS ANTECIPADOS:*
http://bit.ly/bacantesteatroficina
*Local:* Teat(r)o Oficina
Rua Jaceguai, 520, Bixiga, Sa?o Paulo, SP.
*Capacidade:* 300 lugares
*Durac?a?o:* 5h40 (inclui dois intervalos)
*Legendas* em ingle?s/English subtitles
*Indicac?a?o eta?ria:* 18 anos
*Transmissa?o ao vivo:* ?https://www.youtube.com/user/uzonauzyna
SEJA UM CO-PRODUTOR DO TEAT(R)O OFICINA:
http://teatroficina.org/

*BACANTES – FICHA TE?CNICA*
Texto
EURI?PEDES

Versa?o brazyleira
CATHERINE HIRSCH
DENISE ASSUNC?A?O MARCELO DRUMMOND
ZE? CELSO MARTINEZ CORREA

Traduc?a?o para o ingle?s | Legendas
ANA HARTMANN

DIREC?A?O E MU?SICA
JOSE? CELSO MARTINEZ CORREA

Conselheira poeta
CATHERINE HIRSCH

Direc?a?o Musical
MARCELO PELLEGRINI GUILHERME CAZALVARA CHICA?O

Direc?a?o de Cena
ELISETE JEREMIAS OTTO BARROS

TYAZO

Dionysio
MARCELO DRUMMOND

Penteu
FRED STEFFEN

Tire?zias
ZE? CELSO MARTINEZ CORREA

Semele
CAMILA MOTA

Zeus
SERGIO SIVIERO

Kadmos
RICARDO BITTENCOURT

Hera
VERA BARRETO LEITE

Rheia e Corife?ria Negra
CARINA IGLESIAS

Agave e Moira Corta Vida
JOANA MEDEIROS

Autonoe e Moira Puxa Vida
LETI?CIA COURA

Hino e Moira Tece Vida
MARIANA DE MORAES

Pa?
RODERICK HIMEROS

Ganimedes
OTTO BARROS RODERICK HIMEROS

Ampelos
LUCAS ANDRADE

Cupido
KAEL STUDART

Mensageiro I
RODERICK HIMEROS

Mensageiro II
MARCIO TELLES

Comandante da Tropa de Elite
TONY REIS

Harmonia e Paz
CAMILA GUERRA

Afrodita
MA?RCIO TELLES

Artemis
WALLACE RUY

Coripheia
SYLVIA PRADO

Touro enfurecido
CYRO MORAIS

Adorac?a?o
VERA BARRETO LEITE

Bacantes
CAMILA GUERRA
CAROLINA CASTANHO
CLARISSE JOAHANSSON
DANIELLE ROSA
FERNANDA TADDEI
MARINA WISNIK
NASH LAILA
WALLACE RUY

Satyros & Coro de Penteu
CYRO MORAIS
KAEL STUDART
LEON OLIVEIRA
LUCAS ANDRADE
RODERICK HIMEROS
RODRIGO ANDREOLLI
SERGIO SIVIERO
TONY REIS

BANDA ANTROPO?FAGA
GUILHERME CAZALVARA (bateria e trompete)
MALI SAMPAIO (baixo ele?trico)
ITO ALVES (percussa?o)
CHICA?O (piano e teclados)
MOITA (guitarra ele?trica)

Sonoplasta
DJ JEAN CARLOS

Preparac?a?o Vocal
GUILHERME CALZAVARA
CHICA?O

Preparac?a?o corporal/danc?a/atuac?a?o
MA?RCIO TELLES
SERGIO SIVIERO HUGO RODAS

Figurino
SONIA USHIYAMA
GABRIELA CAMPOS
CAMILA VALONES
SELMA PAIVA
VALENTINA SOARES
SYLVIA PRADO

Camareira
CIDA MELO

Maquiagem
CAMILA VALONES
PATRI?CIA BONI?SSIMA

Arquitetura Ce?nica
CARILA MATZENBACHER
MARI?LIA CAVALHEIRO GALLMEISTER
CLARISSA MORAES

Objetos
CRIAC?A?O COLETIVA DA COMPANHIA

Objetos ce?nicos
RICARDO COSTA

Ma?scara de Dionyzio
IGOR ALEXANDRE MARTINS

Contraregragem/maquina?ria
OTTO BARROS
ELISETE JEREMIAS
CARILA MATZENBACHER
MARI?LIA CAVALHEIRO GALLMEISTER
CLARISSA MORAES
BRENDA AMARAL

Reside?ncia no Processo Criativo da Direc?a?o de Cena
ANA SOBANSKY

Cenotecnia
JOSE? DA HORA

Som
FELIPE GATTI

Assistentes de som
RAIZA SORRINI

Iluminac?a?o
desenho dos mapas de luz, afinac?a?o, direc?a?o do roteiro de operac?a?o, coro de pin-beams e operac?a?o de luz ao vivo
CIBELE FORJAZ

Direc?a?o te?cnica e de montagem, Co-operac?a?o de luz ao vivo
PEDRO FELIZES
LUANA DELLA CRIST

Coro de pimbeans
CAMILE LAURENT
LUCIA RAMOS
NARA ZOCHER

Cinema ao vivo
IGOR MAROTTI (diretor de fotografia, ca?mera) CAFIRA ZOE? (ca?mera)
PEDRO SALIM? ?(corte de mesa, vi?deo mapping)

Produc?a?o Executiva e administrac?a?o
ANDERSON PUCHETTI

Produc?a?o
EDERSON BARROSO TATI ROMMEL

Direc?a?o de Produc?a?o, Estrategistas e Captac?a?o
CAMILA MOTA
MARCELO DRUMMOND
ZE? CELSO

Editoria WEB
BRENDA AMARAL
CAFIRA ZOE?
IGOR MAROTTI

Nu?cleo de Comunicac?a?o Antropo?faga | Mi?dia Ta?tica
BRENDA AMARAL
CAFIRA ZOE?
CAMILA MOTA

Projeto Gra?fico e Poster
IGOR MAROTTI

Texto do Programa
CAFIRA ZOE?
CAMILA MOTA
ZE? CELSO

Foto?grafos
JENNIFER GLASS
IGOR MAROTTI
CAFIRA ZOE?

Programac?a?o WEB
BRENDA AMARAL

Operac?a?o de legendas
MARIA BITARELLO
EDERSON BARROSO

Makumbas Graphykas
CAFIRA ZOE?
CAMILA MOTA


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