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baPHo! Zé Celso conheceu o artista chinês Ai Weiwei que fez visita ao Teatro Oficina e à Maloca da Jaceguai

Na noite de segunda-feira, 7 de agosto de 2017, lua cheia em aquário, o artista plástico, designer arquitetônico, pintor e ativista social chinês Ai Weiwei se encontrou com Zé Celso e o tyazo no Teatro Oficina. Através do cineasta Tadeu Jungle, Weiwei marcou o encontro dizendo estar interessado no teatro de Lina Bardi e Edson Elito, no diretor, na companhia, no projeto Anhangabaú da Feliz Cidade e na recém desocupada Maloca da Jaceguai.

Weiwei chegou no Teatro por volta das 22h30 com os filhos e vários amigos conterrâneos e brasileiros. Zé e Weiwei se abraçaram, trocaram ideias traduzidas, fumaram um baseado juntos, dançaram e cantaram. Zé é o cicerone de Weiwei e o apresenta o espaço, fala dos poderes do terreyro eletrônico, o significado da árvore Cesalpina. O teto móvel se abre e lá em cima esplendorosa a lua cheia à pino revela-se. Iá! Iá! Daí, eles desbravam o Anhangabaú da Feliz Cidade, o Sambaqui e ele ficou a par de toda novela tragycômica do terreno. Desceram a rua Jaceguai até a Maloca que há pouco mais de uma semana foi destruída. Por meio de tradutores, Weiwei conversou com algumas pessoas que ainda resistem à força da desocupação.

Por volta de 1h da manhã, todos se despedem. Weiwei postou em seu Instagram um vídeo de dentro do carro partindo.

lá em cima a lua cheia – foto: Igor Marotti

baseado brazyleiro


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