Carta de Zé a Márcio Bueno

Ió! Márcio Bueno

É com enorme prazer q escrevo
para marcar a importância da passagem do Poeta Músico Cantor,
Gilberto Gil no Ministério da Cultura neste milênio,
em q o coração gigante do povo brasileiro ergue-se e bate forte,
e também para afirmar a certeza de que Gil passa a Regência da Partitura Cultural q compôs para uma Nação Criança em plena Criação,
às mãos ritmicamente exatas do Maestro Ecologista de Oxóssi Juca Ferreira,
para esta Simfônica de Corifeus, das várias áreas do Ministério, como Fernando de Almeida no IPHAN,
Sérgio Mamberti, você mesmo, Márcio e tantos outros q souberam escutar e cantar,
o som q vem das entranhas do cultivo da vida neste Mapa Múndi chamado Brasil, hoje: 2008.

Gil deixa o vestígio sem dúvida de um dos mais criativos Ministros da Cultura do Planeta de todos os tempos.
Trouxe seu mesmo talento de músico cantor compositor poeta, captador de antenas e raízes de um Brasil Cósmico,
Popular, Orgyástico, Bárbaro e Tecnizado – construído por um povo,
anunciado por Euclides da Cunha em “Os Sertões” e agora dizendo: Presente – para o exercício político de sua atuação
q transcendeu o Ministério, como é de se desejar de um Ministro da Cultura.
A Cultura não é como os marxistas e os capitalistas dizem Super Estrutura.
A Cultura é Infra, é o cultivo do q mais importa: a Vida.
O Presidente Lula, e o Ministro Celso Amorim, puderam ter em Gil um Poeta Engenheiro,
da reengenharia por eles trabalhada, de uma nova Globalização, com a ascenção dos países emergentes como o Brasil
em plena decadência da Cultura e das relações ainda Patriarcais de um Império Velho, sem mais energia vital.

No seu campo específico partiu da perspetectiva abrangente da Antropofagia dos Caetés, Tribo de Lula, retomado por Oswald de Andrade, e repassado à Tropicália, considerado hoje no mundo, o mais importante movimento cultural do fim do século XX.

Diante dos dilemas do multiculturalismo somente a Mestiçagem, d”a Antropofagia nos une”, é a perspectiva mais abrangente para
superar o cada macaco em seu galho.

A Obra de Gil é cruzamento, devoração, recriação, Reexistência,
assim sua política cultural,
q estabeleceu critério para todas as Estatais e Paraestatais,
antes movidas exclusivamente à política de Lobbies e de Balcão das Celebridades.
Critérios aliás, recebidos com grande entusiasmo por todos q trabalham na Máquina do Estado q trata do desejo Cultural.
Nem foi a cultura da direita paternalista e folclórica, populista (no pior sentido, por q folclore é mitologia, quando não é tratado como exibição para Varanda na Casa Grande)
nem a da esquerda cuecona, infelizmente ainda ideológica e moralista.
Venceu a criatividade da linha q considera todos os mortais iguais como no neolítico,
índios perceptivos, q podem mudar as relações patriarcais ideologizadas agonizantes,
empatantes do movimento natural tanto da Revolução Cyber, quanto a do P(h)oder Humano
q em meio a catástrofes fez emergir por exemplo uma América ÍndioAfroLatina, Gostosa.
O pessoal escolhido para realizar seu Projeto Partitura,
como todo lugar em q a criatividade é estimulada, cresceu,
e pode dar de volta este grande artista para viver sua Arte, pra si, pra nós e pro Sol.
Lutou com muita felicidade guerreira para ver aumentar o orçamento destinado à Cultura,
mas a Estrutura do Estado Brasileiro, e seus Políticos Burocratas ou Corruptos, na maioria, ainda não perceberam o salto q nosso país daria com um investimento poderoso,
na cultura de todo povo brasileiro.
É preciso q a Pirataria, paradoxalmente, demonstre q um filme brasileiro de ótima qualidade pode ser visto pela quase maioria da população do país, trazendo saltos qualitativos olímpicos.

Desde 1980, quando veio partcipar do histórico show no Estádio do Ibirapuera “Domingo de Festa” para arrecadação de fundos para que o Oficina não fosse comprado pelo Baú da Felicidade,
Gil lutou por nosso Teatro. No ano passado tentou convencer José Serra Governador do Estado de São Paulo, proprietário do Oficina, que desapropriasse o Entorno Tombado do Teatro onde o Grupo SS há 28 anos tenta construir um Shopping, não conseguiu, e agora quer verticalizar o umbigo natural de Sampã, o Bairro do Bixiga,
com a construção neste mesmo entorno de 720 apartamentos de um Conjunto Habitacional.
Gil lutava conosco para a Construção do Espaço Público do Anhangabaú da Feliz Cidade:
um Teatro De Estádio, uma Universidade Antropófaga, uma Oficina de Florestas, e uma Ágora do Bairro do Bixiga,
no entorno Tombado do Teat(r)o Oficina.
Gil chegou a propor a Serra passar Espaços Desativados de Ferrovias da União para serem Pontos Luminosos de Cultura em todo o Estado de São Paulo,
para incentivar este ato de desapropriação.
O q seria para Serra não um “mico” como diz o secretário adjunto da cultura, mas um ato político à altura dos tempos em q vivemos.
Mas a proposta não foi aceita por um Poder Fraco Humanamente, Fundamentalista da Especulação, q considera TABU os “Negócios Comerciais”, e “Mico” esta solução para uma questão q arrasta-se há 28 anos !

Neste momento o IPHAN deve encaminhar o Tombamento Federal qualificado do Entorno do Teatro Oficina para a Construção deste Projeto de Respiração Urbana q é o Anhangabaú da Feliz Cidade.
Portanto esta ação é prova q a atual gestão do Ministério da Cultura continua o q foi composto por Gil, Juca Ferreira e Fernando de Almeida.

José Celso Martinez Corrêa

Não dizemos mais MERDA, pois neste Aniversário dos nossos 50 ANOS, em 2008, Ela transformou-se em OURO ALQUÍMICO.

É o q desejo para vocês, para o Brasil e Todo Mundo

OURO


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