Lendo

INGRESSOS PARA A TEMPORADA DE RODA VIVA NO OFICIN...

INGRESSOS PARA A TEMPORADA DE RODA VIVA NO OFICINA

Extra! Extra!
Se você não conseguiu ingresso antecipado
Se ficou na fila e não conseguiu entrar
agora é a sua hora!
ABRIMOS NOVAS SESSÕES DEPOIS DO CARNAVAL!
29 d março a 28 d abril
COMPRE: http://bit.ly/rodavivanoOficina

a roda não para !

os ingressos estão esgotados na internet para as sessões até 10 de fev, é verdade! roda viva tá assim meio rolling stones, meio bethânia, meio woodstock (axé!)

mas existem (bem poucos) para venda ao vivo, no dia do espetáculo.Chega cedo que rola!!!!
*na venda presencial, limitamos a compra de 1 ingresso por pessoa na bilheteria.

Seja co-produtor(a) do Teatro Oficina: benfeitoria.com/teatroficina

SERVIÇOS | RODA VIVA – TEMPORADA PÓS-CARNAVAL

De 29/03 a 28/04/2019

Sexta a domingo

Horários: Sexta e sábado, 20h. Domingo, 19h

Ingressos:

R$ 60 inteira

R$ 30 meia (estudantes, aposentados, professores e artistas)

R$ 25 moradores do Bixiga (necessário comprovante de residência)

R$5 (estudantes secundaristas de escola pública, imigrantes, refugiados, moradores de movimentos sociais de luta por moradia) – limitados à 10% da lotação diária

Local: TEATRO OFICINA UZYNA UZONA- Rua Jaceguai, 520 – Bixiga, São Paulo, SP

Duração: 3H30 (com intervalo de 15 minutos)

Indicação etária: 14 anos

COMPRE: bit.ly/rodavivanoOficina

 

SINOPSE

A dramaturgia de Roda Viva é a ascensão e queda de Benedito Silva (Roderick Himeros), cantor e compositor de sucesso inventado e fabricado pela mídia. A trama se desenvolve pelas intervenções do Anjo da Guarda (Gui Calzavara) e do Capeta (Joana Medeiros), que fazem de Benedito o cantor de grande sucesso popular Ben Silver. Mané (Marcelo Drummond), amigo de juventude do protagonista, durante todo o espetáculo fica na mesa de bar, como um fio terra de Benedito que tem sua genialidade fabricada e ininterruptamente monitorada e redirigida pelos índices de popularidade. Assim, Ben Silver, o herói pop é transformado em Benedito Lampião, cantor “bem brasileiro, bem violento, cantando baião e marcando o ritmo na queixada”. Quando ele enfim é devorado pelo coro, sua esposa, Juliana (Camila Mota), o substitui como novo ícone da cultura, liberta da formatação, com um acordo cosmopolítico de produção.

Da dramaturgia original, canções que depois tornaram-se famosas no repertório do autor, como Roda Viva e Sem fantasia. Na montagem de 2018 foram incorporadas a obra prima de 2017 Caravanas e a bossa nova Cordão.

A primeira montagem acontece em 1968, ano emblemático de ebulição política e cultural no mundo. Na encenação, Zé Celso dá espaço para um novo agente que leva a dramaturgia adiante: o coro é o grande provocador de Benedito e sua dupla de empresários, já que a entidade múltipla e diversa vai se transfigurando e incorporando os sucessos e fracassos do ídolo construído. Neste 2018, a companhia põe em cena, pra além do show business, a criação e devoração dos mitos e messias do aqui e agora.

E foi no final de 1967 e início de 68 que o coro de RODA VIVA transformou radicalmente o Teat(r)o Oficina. A multidão que tomou o espaço do protagonismo era uma geração que trazia em si todas as revoluções.

Inaugurou-se ali a linguagem coral no teatro brasileiro, um retorno aos ritos, aos dityrambos gregos, à pré-lógica indígena, a descolonizar e radicalizar o fazer teatral em plena ditadura militar no Brasil, em pleno nascimento da Tropicália, movimento cultural antropófago. Se em 68 o coro de RODA VIVA quebrou a quarta parede entre palco e plateia, misturou e modificou o moderno teatro brasileiro, e consequentemente o teatro contemporâneo, hoje, 50 anos depois, a bola do coro de 68 foi recebida pelo coro de 2018, com a direção de quebrar todas as paredes, em escala urbana. A religação do povo com a Cultura e da Cultura com o povo.


COMMENTS ARE OFF THIS POST