CÉU D’ASTROS | Marília Gallmeister

a constelação de astros y estrelas do tyazo Uzyna Uzona é o próprio coro antropófago, são os atuadores das múltiplas potências artísticas, de todas as áreas que transam a feitura do teatro total na rua Lina Bo Bardi, nosso terreyro elétrocamdomblaico. Uzyna Uzona é o céu d’astros, a engrenagem da máquina – o fogo tragycômicorgiástico, são as antenas pro cosmos na arte da tecnologia viva, sempre viva, do teatro de estádio, de re-existência estética, política, cultural, artística y elétrico-alquímica do Teat(r)o Oficina.

abrindo os caminhos dessa via láctea, estreia hoje, quinta-feira, 13 de abril, véspera do feriado da paixão, a arquiteto Marília de Oliveira Cavalheiro Gallmeister. IÓ!

foto d instagram @oficinauzynauzona

Integra o Tyazo do Teat(r)o Oficina no dia 12 de junho de 2011, pra formar o coro de arquitetos da 1° dentição da Universidade Antropófaga, no Rito de devoração do Manifesto Antropófago, de Oswald de Andrade: a Macumba Antropófaga Urbana. Desde aí atravessa criações que vão dando a dimensão desta atuação dentro do Terreyro Eletrônico: a Arquitetura Cênica, que transborda o edifício teatral e dá aos ritos teatrais sua potência de alcançar a dimensão urbana. Passa pela criação da arquitetura de Acordes; Cacildas !!!, !!!!, !!!!!; Cacilda 64: o RoboGolpe; !!!!!; Pra dar Um Fim No Juízo de Deus; o Banquete; as Bacantes; Mistérios Gozosos; Navalha na Carne. Experimenta estruturas temporárias e adaptações em teatros para apresentações e turnês do repertório da companhia e no terreno entorno ao teatro para as encenações que transbordam o Oficina.

Faz coro junto ao Tyazo pra criar estratégias pra cultivar o vazio entorno ao teatro e garantir a integridade da obra de Lina Bardi e Edson Elito, atuando de corpo presente nas ações públicas e cosmopolíticas pra barrar a ação da especulação imobiliária no bairro, em Sampã.

Integrou o coro de arquitetos que recebeu a vacina antropófaga para continuar o projeto do Anhangabaú da Feliz Cidade, durante a X Bienal de Arquitetura, em 2013, que deu matéria prima pro projeto Terreyro Coreográfico, coro de artistas que trabalha a mata ciliar do Anhangabaú da Feliz Cidade: os baixos do viaduto Libertas em frente ao Teatro e que lutou em 2016 pra manter pública esta cicatriz na terra do Bixiga.

E na Felicidade Guerreira compõe a polifonia de vozes do coro de atuadores que, apaixonados e atraídos irresistivelmente por esta terra, trabalham na abertura gradual do interior da Jaceguay 520, pra rua, pro bairro, pra Sampã, pro Cosmos, sobretudo pro terreno entorno ao Teat(r)o Oficina, sempre trabalhado pra ser transformado em uma terra Pública, seguindo a direção de movimentos e forças que nos ultrapassam, sobretudo, a Antropofagia.

foto d instagram @oficinauzynauzona


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