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CHAMADO URGENTE – TEATRO OFICINA / TBC !!!

CHAMADO URGENTE – TEATRO OFICINA / TBC !!!

IÁ toda gente!

dia 9 de outubro
temos um encontro (ainda sem hora marcada) no condephaat
onde será julgado o pedido de recurso do grupo silvio santos contra a histórica decisão de setembro de 2016, onde o conselho do condephaat (à época), em sua maioria, votou pela não aprovação do projeto de torres no entorno do teatro, numa área de preservação de bens tombados no bairro histórico e cultiral do Bixiga, que re-existem em contracenação com a arquitetura asfixiante da selva de pedra do capital
FIQUEM LIGADOS!
assim q tivermos um posicionamento quanto ao horário
divulgaremos aqui!

“O prédio do Teatro Oficina, projeto de Lina Bo Bardi tombado pelo Condephaat em 1983, está sendo ameaçado de “destombamento” e o grupo pode ser despejado do lugar se a decisão do órgão favorecer petição do Grupo Silvio Santos.
PROFISSIONAL DA CLASSE TEATRAL BRASILEIRA QUE JÁ ASSINOU O MANIFESTO PELA NÃO-PRIVATIZAÇÃO DO TBC!
Seu apoio tem a finalidade de constituir documento de processo, pelo lado do Teatro Oficina, no qual a classe teatral endossará a posição deles contra a petição feita pelos advogados do grupo Silvio Santos para que os membros do Condephaat votem revisão da decisão do órgão, de outubro de 2016, que não aprovou a construção do projeto de duas torres residenciais de 100m de altura no terreno do entorno do Teatro Oficina, da Casa de Dona Yayá (USP) e do TBC (todos bens tombados, protegidos, pelo Condephaat).

A construção de torres comprometerá irremediavelmente o edifício projetado por Lina Bo Bardi e tombado historicamente em várias instâncias, bem como afetará drasticamente o prédio do TBC que hoje estamos tentando manter como bem público. Terá, ainda, impacto tremendo sobre o bairro do Bixiga.

O Grupo Sílvio Santos está usando, entre seus argumentos, a hipótese de que a arquiteta Lina Bo Bardi construiu sobre um projeto já tombado anteriormente (de autoria do arquiteto e cenógrafo Flávio Império) para o miolo do prédio. Essa foi a brecha “legal-jurídica” que encontraram. Eles também argumentam que o Oficina “ocupa ilegalmente” a atual construção, que segundo eles deve ser “devolvido” ao Estado, proprietário do imóvel, para outras finalidades que não teatrais por exemplo.

A tentativa visa retirar o terreno do entorno como “área envoltória” do bem tombado Teatro Oficina, conseguindo assim, liberar a construção das torres. o que advirá é o sufocamento do projeto do Oficina por torres, estacionamentos etc., bem como do TBC. A estratégia das empresas Silvio Santos embasa-se, portanto, na desvalorização do próprio fazer artístico do Oficina como grupo teatral. Não apenas de sua rica história desde 1960, como daquilo que essa legenda ainda virá a fazer, pois trata-se de um grupo extremamente vivo.

Junte-se, ainda, a contradição de que o Condephaat destina-se à preservação não apenas de bens materiais ou geográficos, mas também ao zelo do fazer artístico estadual. Se acatar a petição de SS, esse órgão irá contradizer o Iphan (órgão do Patrimônio em nível federal), que tombou o Teatro Oficina como “bem imaterial” da cultura brasileira em 2010.

Se vc. aderiu ao movimento em prol da não-privatização do TBC e concorda em conjugar seu apoio à causa de manutenção do tombamento do Teatro Oficina no modo como foi decidido pelo Condephaat em 1983 e 2016 (edifício e terreno do entorno), automaticamente o seu nome estará vinculado a essa causa e irá figurar como apoiador do Oficina no citado processo em curso. Caso discorde, manifeste-se na página do Facebook #SALVAROTBC.

O QUE ENDOSSAMOS:

Consideramos que:
1) O Teatro Oficina constitui – ao lado do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e do Teatro de Arena – núcleo central da história do teatro moderno brasileiro;
2) Endossamos o parecer de profissionais consagrados da arquitetura do país, ora apresentado pelo Teatro Oficina, de que a área vazia do entorno do prédio construído nos anos 1990 é fundamental para a preservação tanto de seu valor histórico-teatral como de seu valor arquitetônico, o que já foi amplamente reconhecido por autoridades mundiais nas áreas da história do teatro e história da arquitetura.

Sua assinatura se somará à defesa que as arquitetas-associadas do Oficina, Carila Matzenbacher e Marília Gallmeister, constróem para atestar junto ao Condephaat o valor artístico do Oficina, em documento a ser obrigatoriamente anexado nesta semana ao processo em curso, para leitura do relator do caso. O julgamento será em 9 de outubro próximo, no Condephaat.


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