Gardner Minshew II Jersey Daniel Jones Womens Jersey  Hélio Oiticica – Museu é o Mundo – Teat(r)o Oficina

Hélio Oiticica – Museu é o Mundo

 

 

Mostra Hélio Oiticica – Museu é o Mundo no Itaú Cultural_RELEASE

 

 

 

Os escritos, pensamentos e obras de Hélio Oiticica

em exposição no Itaú Cultural 

 

Com curadoria de Fernando Cocchiarale e César Oiticica Filho, mostra homenageia

30 anos da morte deste vanguardista da arte brasileira e reúne mais de 100 obras, sete vídeos e textos escritos por ele que revelam o seu processo criativo; durante a exposição o instituto ainda receberá intervenções artísticas e um seminário sobre a obra de Oiticica.

 

 

De 21 de março a 16 de maio o Itaú Cultural apresenta ao público Hélio Oiticica Museu é o Mundo, com curadoria de Fernando Cocchiarale e César Oiticica Filho. A abertura para convidados acontece no dia 20, a partir das 11h, com apresentação de membros da escola de samba Mangueira paramentados com Parangolés, e uma intervenção artística com Jards Macalé e o Teatro Oficina Uzyna Uzona no Rhodislândia. Este mesmo penetrável receberá intervenções dos artistas Sissi Fonseca e Hugo Fortes (dias 27 e 28/3), Marco Paulo Rolla (10 e 11/4), Cris Bierrenbach (17 e 18/4), Maurício Ianês (24 e 25/4), e Lia Chaia (1/5), sempre das 15h às 17h. Ao meio dia de 15 de maio – um dia antes do encerramento da mostra – será lançado o catálogo e será a vez de Zé Celso fazer a sua intervenção nesta obra.

De acordo com a curadoria, trata-se da maior exposição já feita em São Paulo sobre o processo criativo de Oiticica. Hélio Oiticica – Museu é o Mundo ocupa os três andares do espaço expositivo do instituto e ainda exibe alguns Penetráveis em espaços públicos como a Casa das Rosas, o Teatro Oficina, a Pinacoteca do Estado, o Parque Ibirapuera e o Parque Mário Covas. A mostra perfaz um resumo da gestação textual e da produção da obra desse artista seminal da vanguarda brasileira dos anos 50, 60 e 70. Os textos que ele deixou com as suas reflexões sobre arte formam, com a obra, o conjunto para que o visitante entenda a gênese e execução do seu trabalho.

Todas as questões que emergiram ao longo do processo experimental de Hélio Oiticica, iniciado no limiar da dissolução do grupo Frente, em 1958, estão registradas em seus escritos, textos, entrevistas, depoimentos e cartas”, observa Cocchiarale. No caso específico de Hélio, deixar falar a obra é também ler o que ele deixou profusamente documentado: sua reflexão, crucial para a radicalidade de seu trabalho”, conclui.

Entre mais de 100 obras – das quais 65 pertencem à Coleção César e Cláudio e as demais a acervos institucionais e particulares, além de textos e vídeos dirigidos por ele ou sobre a obra dele, a exposição traz trabalhos do período em que o artista atuou junto ao Grupo Frente – núcleo do concretismo carioca do qual participou no início de sua trajetória, e uma série de Metaesquemas, do final da década de 1950; um Bilateral, de 1959; Relevos Espaciais e um Núcleo dos anos 60.

Também estão presentes 15 bólides – entre eles os emblemáticos Cara de Cavalo e Mineirinho; e cerca de oito Penetráveis. Além de Rhodislândia obra mais intimista e introspectiva criada pelo artista em 1971, na Universidade de Rhode que está no segundo subsolo – o público encontrará Gal, na entrada do instituto, Tropicália (1966), no primeiro subsolo, e, no mezanino, o Penetrável PN1, o primeiro realizado por ele, e de pequenas dimensões. Ainda estarão expostos 12 de seus Parangolés, entre eles Mangueira e Contra-bólide, que podem ser experimentados pelo público, a instalação Cosmococa e o tecido com a famosa gravação Seja Marginal, Seja Herói.

Entremeando as obras, há muitos textos de Oiticica, que segundo Cocchiarale, formam uma tessitura indissociável entre a reflexão e a obra executada, e filmes do próprio artista e documentários a respeito de sua obra.

Seminário Hélio Oticica

 

Em paralelo à exposição, o Itaú Cultural realiza nos dias 28 e 29 de abril, o Seminário Hélio Oiticica que irá debater a obra do artista com mediação de Felipe Scovino, pesquisador em artes visuais pela UFRJ. O tema do primeiro dia, às 16h, é Qual é o lugar da invenção de Hélio Oiticica na crítica de arte? a ser desenvolvido por Beatriz Scigliano,  doutora em ciências sociais pela PUC-SP; Paula Braga, doutora em filosofia da arte pela USP; o curador Cauê Alves e a artista visual Katia Maciel. Eles apresentarão assuntos ou ideias que foram poucos discutidos pela academia ou crítica de arte e ainda ressoam de modo significativo no trabalho do artista.

No mesmo dia, às 19h, acontece o debate A prática da escrita: um arquivo em constante dobra, com Frederico Coelho, doutor em literatura pela PUC-RJ; Sérgio Martins, membro do comitê organizador do Centre of Studies of Contemporary Art (CSCA) da UCL; e a psicanalista e pesquisadora Tania Rivera. Os debatedores partem do pressuposto que trabalhar com a obra de Hélio Oiticica é como entrar em um labirinto. Assim, o debate abre com um exercício de análise que cruza três planos da trajetória do artista: seu arquivo, sua obra e sua vida. Embaralhados, em permanente choque, atravessando suas fronteiras constantemente, sem possibilidades de delimitações, esses três planos biográficos se remetem inicialmente a outras triangulações teóricas sobre fronteiras – ou melhor, sobre a ausência delas – como pensamento/nome/obra ou livro/obra/autor.

Às 19h do dia 29 de abril, o tema é O Hélio plural: os diferentes meios de produção do artista. Ao redor da mesa, Andreas Valentim, realizador de pHOne, de 1974, em exibição na mostra, o artista visual Luciano Figueiredo e os curadores da exposição Fernando Cocchiarale e Cesar Oiticica Filho. Nessa série de depoimentos o público faz contato com as diferentes atividades e exercícios estéticos que Hélio Oiticica exerceu. Nas práticas experimentais delineadas pelo artista, se dá a conhecer a interdisciplinaridade que seu trabalho alcançou, seja no diálogo com o cinema, nas suas atividades como crítico e curador, o olhar atento que lançou sobre as práticas artísticas das décadas de 1960 e 70, ou, finalmente, no seu trabalho com campos tão distintos, como o design e a cenografia.

Programa Hélio Oiticica no site do IC

Esta exposição vem sendo planejada pelo Itaú Cultural desde antes do incêndio que destruiu parcialmente a sua obra no ano passado. Ela decorre do trabalho que vem sendo feito no instituto para preservar o patrimônio cultural de Hélio Oiticica (1937-1980) no site do Itaú Cultural (www.itaucultural.org.br).

Além de ser um dos verbetes mais visitados da Enciclopédia de Artes Visuais, abrigada neste site, Oiticica tem ainda no mesmo espaço um material preparado para educadores sobre artistas que subverteram o cenário dos anos 1960 e 1970, e textos e imagens de um dos principais projetos de memória da arte brasileira, o Programa Hélio Oiticica – resultado de uma parceria entre o Itaú Cultural e o Projeto HO.

Lançado no site do instituto em 2002, o programa teve como objetivo disponibilizar ao público grande parte dos documentos de Oiticica, arquivados na sede do Projeto HO, no Rio de Janeiro. O acervo, composto por documentos, anotações e entrevistas com o artista, começou a ser catalogado e digitalizado a partir de 1999, em versão fac-similar, totalizando mais de 5 mil páginas. Não há registros de outro projeto de digitalização da obra do artista.

Muitas das proposições de Oiticica estão conceituadas nas anotações feitas por ele e encontradas no acervo abrigado no site do Itaú Cultural, que tem cerca de 800 acessos únicos por mês. Lá, o internauta pode ainda seguir o raciocínio do artista por meio das fichas catalográficas, criadas no site para cada documento, as quais possuem descrição física e temática do material.

Experiência Helio Oiticica no educativo do IC

Direcionada a universitários que cursam artes visuais em qualquer faculdade do país, e organizada pelo Núcleo Educação Cultural, Experiência Helio Oiticica será ministrada pelas artistas Georgia Kyriakakis e Milla Chiovatto, que também irão selecionar 10 portfólios entre todos os inscritos (inscrições abertas de 28 de fevereiro a 30 de março). Com uma carga horária de 40 horas, e entrega de um certificado de conclusão de curso, os estudantes participarão da ação de formação, que acontece de 30 de março a 16 de maio, e resultará em intervenções em Rhodislândia.

SERVIÇO

Hélio Oiticica – Museu é o Mundo

Dia 20 de março, coquetel de abertura para convidados às 11h

De 21 de março a 16 de maio

De terça a sexta, das 9h às 20h

Sábs., doms. e feriados, das 11h às 20h

Entrada franca

Faixa etária: livre

Estacionamento com manobrista: R$ 8,00 a primeira hora; R$ 4,00 a segunda hora; e R$ 2,00 por hora adicional

Estacionamento gratuito para bicicletas

Acesso para deficientes físicos

Ar condicionado

Intervenções no Penetrável Rhodislândia

Das 15h às 17h

27 e 28 de março: Sissi Fonseca e Hugo Fortes

10 e 11 de abril: Marco Paulo Rolla

17 e 18 de abril:Cris Bierrenbach

24 / 25 de abril:Maurício Ianês

01 / 02 de maio: Lia Chaia

15 de maio, às 12h: Zé Celso

Seminário Hélio Oiticica

Dias 28 e 29 de abril

Sala Itaú Cultural (247 lugares)

Entrada franca – Será distribuída uma senha com meia hora de antecedência

Itaú Cultural

Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô

Fones: 11. 2168-1776/1777

www.itaucultural.org.br

 

 

Visitação dos Penetráveis exibidos

fora do Itaú Cultural

 

 

Casa das Rosas

Macaléia

Terça a Sexta das 10h às 22h.

Sábados e domingos das 10h às 18h

Parque Ibirapuera

PN14 Map, 1971

Funcionamento Portão 3:  5h às 24h

Haverá orientador das 9h às 18h

Teatro Oficina 

Penetrável PN 28 “Nas Quebradas”, 1979

Quarta a Segunda das 11h às 15h

Nos dias 7, 21, 22, 23 e 24 de abril não haverá visitação por ocasião de espetáculo/evento

No horário de visita, o teatro estará aberto ao público, mas sem impedir os trabalhos da Companhia

Parque Mario Covas

A Invenção da Luz, 1978/80

Das 8h às 20h .

Haverá orientador das 9h às 18h

Pinacoteca do Estado de São Paulo

PN 27 “Rijanviera”, 1979

Terça a Domingo das 10h às 17h30, com permanência até as 18h

Ingresso combinado (Pinacoteca + Estação Pinacoteca):R$6,00 e R$3,00 (meia), entrada gratuita para menores de 10 anos e idosos acima de 60 anos anos. Grátis aos sábados.

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