IÓ! ZÉRINFINITO

Festejo meus 80 anos em Cena,

5ª Feira dia 30 de Março às 20 horas no Teatro Oficina, com Coros Bacantes, Satyros, Dionísios, Pentheus, Kadmos y suas Filhas, PMs, Músicos, Vídeo Artistas, Iluminadores, Sonoplastas, Microfonistas, Contra–Regras, Camareiras, Faxineiras, Porteiros, Produtores, Mídioartistas, Figurinistas, Arquitetos, com os Presentes no Terreiro Elektrônico Teatro Oficina: presentando todos os Públicos q estiveram na Rua Jaceguay 520, Bixiga –

Artistas d muitas Gerações, d Poetas, Músicos, Mortos, Ethernos, Vivos,

 

banner Totem | IÓ

d todas as Companhias, de Todos os Teatros, das Companhias q Assistí, Ví: d Revista Rebolado, Comerciais, Stanislawskianas, Brechtianas, Antropófagas OswaldiAnas, d todo o Céu Estrelado d Cacildas, Fernandas, Maria Della Costas, Tônia Carreros, Madame Morineaux, Dercy Gonçalves, Grande Othelos, Oscaritos, Marílias Pêras; d todos os Movimentos Culturais Humanos, Cosmo Políticos de Hoje: Modernistas, Antropófagos, Tropicálias d 50 anos, Revolucionários q mudaram a face da Terra há 100 anos y depois Conservaram-se Congelados até a Perestroika, tão necessária ao Capitalismo $elvagem de hoje, em 2017;

 

Maureen Bisilliat | xingu

Burús = Indígenas q aqui estiveram na Rua Jaceguay, q quer dizer Rua Come Cabeça, y os q estão lutando em suas Terras pela Terra a quem todos pertencemos y desejamos Viva; d Jornalistas de Talento y Coragem trans-humana; d Cientistas, Médicas, Médicos, Acupunturistas, Arquitetos, Urbanistas, Green Pacificadores, Xamãs, Astronautas, Bárbaros Tecnizados, Digitais; Antagonistas, Inimigos Sagrados do Passado y do Presente:

Enfim Todos Seres Vivos, Animais Vegetais Minerais Humanos dos Brazís,

d Toda Mãe Terra, do Pai Universo, principalmente

d Todo Fogo Vermelho, Amarelo, Azul, Rosa: Iluminador da Libido, do Amor, dos Amantes, dos Amados, dos q Querem, dos q Rejeitam, de Todos q Amo y dos q ainda Amarei, d todos q Amam o Humor, Amor Infraestrutura da VIDA.

Minha Percepção desta festa é d Gratidão a Todos y a Tudo y sobretudo a Esta Arte: Arte do Tesão d Vida q é  a do Teatro.

Agradeço a Paixão dos q nascem y se dão a Ela, seja no ao Vivo, na TV, na Rede, na Pulsação do Poder dessa Deusa: a Poderosíssima Respiração.

À ARTAUD, NÃO JORRO SEM ELE Q ME ENSINOU A JORRAR

Aprendi a t Adorar Teatro, ao Vivo, com Meu Pai q nunca foi ao TBC, mas me Levou a Todo Grandioso Teatro de Seu Tempo, com Minha Mãe y Meus Irmãos y Irmãs, Avós Imigrantes y uma Avó Paterna Burú, q xamam Índia.

Aos Ancestrais y aos q vieram y q virão depois de Nós Todos, Experimentando na Comunidade Viva Diferenciada, mas Contracenando Juntas nas Contradições da Vida Trágica Cômica y Orgyástica dos Rituais Burús – Gentes chamadas d Indígenas – Africanos, Kabukis, Teatros Nôs, Sufis, Mistérios.

Maureen Bisilliat | xingu

Às Rádios, q como a Rádio Nacional foi a Iniciadora nas Ondas de Minha Geração.

A Todos q me fizeram chegar até aqui com o Corpo Vivo caminhando pra Morte Transformadora, mas Cantando até o Fim, como Elza Soares Exige “Quero cantar até o Fim”

Nesta Data imagino como fazer q se toquem, a sí mesmos, estas pessoas, q em seu Poder Ilegítimo  estão destruindo o Programa q nós Elegemos, y q foram nestes dias, por unanimidade na ONU, Condenadas por este Infeliz Programa Hitlerista de 20 Anos d Arrocho q querem impor aos nossos Corpos.

Poderosos sem Poder Humano, torturando a sí mesmos com sua Própria In$ânia na suas Maquinaçõe$ na Máquina do Poder pelo Poder. Venham se encontrar com a Humanidade, q vocês renegam em seus Próprios Corpos, No phoder Humano q o Poder da  Presença do Teatro dá, y abandonem este Poder Usurpador, violador dos Direitos Humanos em seus Próprios Corpos, q os está Infelicitando, Sangrando a Vida dos q são Todos no Brasíl.

Y mais, dando um péssimo Exemplo ao Mundo Todo em Crise Cultural de Vida Viva, dia a dia; no Brasíl q tem uma Cultura Fortíssima de Exportação!

A Grande Arte q pratico é a do Aqui Agora, em cada Minuto, em Cada Respiração. Essa Lorota Messiânica d 20 anos é contra o Teatro, contra a Vida q é eterna surpresa, contra toda Cultura q é Cultura do Cuidado  com a real InfraEstrura q é a Vida.

A Macroeconomia é a Estrutura do Capitalismo y precisa de uma Urgente Perestroika. Nela y em todos os ISMOS extremistas y Politicamente Corretos.

A Vida não é sisuda nem Correta.Y muito menos repre$$ora de sí mesma.

PRESENTES

Não desejo presentes pra minha pessoa mas para o  Trabalho Criador de 60 anos em q o Teatro Oficina Uzyna Uzona – na Revolução Cultural Carnavalesca, transformadora de Tabús em Totens, Revolução Antropológica Antropófaga Oswaldiana, Bárbara Tecnizada – se encontrou y projeta agora pro Futuro Presente.

Clamo Condições pra expansão das Companías de Teatro, além da Província do Teatro de Importação Enlatado, não devorado.

Presentes pra Equipar o Teatro Oficina y seu corpo tecnoartístico, q exigem agora, para dar o q podem dar:

– Reaparelhamento de seu Equipamento Digital de Som, em seu Espaço em q Lina Bardi y Edson Elito  criaram um Pé Direito = Caixa Sonora, Instrumento Musical q pede Som de Estúdio d Gravações, q transmitam Músicas, Cantos Phalas dos Coros y Protagonistas;

– Câmaras Filmadoras de Transmissões ao Vivo sem os fios, em q tenho q, atuando, driblar para não cair;

– Refletores q permitam as Epifanías das Iluminações Rimbaudianas q sabemos y queremos fazer.

Isso tanto pro Público q vem estar ao Vivo emocionar-se sem travas com nossos Trabalhos, quanto pra q a Transmissão Direta, q praticamos com Maestria, alcance Todo Público Mundial.

Condição de Bárbaros Tecnizados pra q possamos Emocionar com nossas Criações ao Vivo.

Oswald de Andrade, em suas obras teatrais, inspirou-se, principalmente nos Tupinambás y na Arte Pública de 100 anos atrás q o Início da Revolução Soviética propiciou aos Poetas das Artes Cênicas: Maiakovski, Eisenstein, Meyerhold,Tatlin, Rodchenko;

encenação d meyerhold

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O.A. foi devorado desde 1967, o início destes 50 anos da Tropicália, na Música d Gil, Tom Zé, Caetano, no Cinema d Glauber, nas Artes Plásticas arrancada das Paredes de Museus y trazida pro Corpo de Hélio Oiticica, tudo em q “O Rei da Vela” do Oficina, em 1967, inspirou-se.

Esta Geração, modéstia a parte, a minha, Descolonizou a Cultura Brasileira.

No Carnaval deste ano, os Corpos, Vozes das Ruas, Ressuscitaram esta Descolonização.

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Isso aconteceu neste momento em q votamos pra q a camada pré sal fosse investida na Cultura y na Educação no Brasil y em q esta preciosidade está sendo Estraçalhada por Rentistas, Mercadore$ vendilhões$ da$ Terra y do sub-solo brasileiro, sem nosso consentimento de Povo Democrático y Libertário.

Nos meus 80 anos Lutei muito, mas só fiz o q Gostava, a não ser quando fui preso, Torturado y Exilado. Mas Curti muito o Exílio em Portugal na Revolução dos Cravos, na Democracia Direta dos Conselhos Revolucionários y na Festa de Libertação do Povo Moçambicano.

Apostando no q Zeus, depois de Hera Cegar Tirézias diz: Você vai ver Tudo! Y Viverá por 7 Gerações! Tomo como se fosse pra mim  estas palavras y vou poder fazer  este ano ainda “O Rei da Vela” com o mesmo Renato Borghi, o ator q mais sabe phalar Oswald y q faz também 80 anos de voltas em torno do Sol, exatamente neste dia 30, como eu.

Clique aqui y acesse o passaporte programa d filme d O Rei da Vela

Estamos juntos mais q nunca: pra com todos Artistas tanto do Oficina Uzyna Uzona como pra todos do Brasil y do mundo q conosco quiserem erguer as 3 Obras Primas de Oswald de Andrade, além de “O Rei da Vela”:

a incomensuravelmente  beleza d

“A Morta”;

y a Grandeza Épica d

“O Homem e o Cavalo”.

Esta peça nos Inspirou y a Lina Bardi – a grande Arquiteto Centenária mais Contemporânea y Consagrada q nunca, neste já avançado Segundo Milênio, em todo Mundo – O AnhangaBáu da Feliz Cidade – Fruto de uma ÉPICA LUTA CULTURAL de 37 anos. Em 2010 quando o Entorno do Teatro Oficina foi Tombado pelo IPHAN, Silvio Santos nos falou em sua casa q não queria mais nos Empatar nem q Empatássemos a vida d’dêle, então nos propôs a Troca do Terreno de sua Propriedade por outro do mesmo valor na Cidade. Nestes 7 anos, um trabalho desenvolvido por nossa atuação em Órgãos Públicos, acabou encontrando o Terreno a ser trocado. Falta apenas a re negociação para q a Troca se concretize agora, de vêz.

Dia 30 tenho certeza q Silvio Santos, q eu gostaria q estivesse presente no Teatro, vai nos permitir de novo, como fez muitas vezes, q o Público entre pela Escada Azul q construímos dentro do Terreno.

No Insurrecional ano de 2013, este projeto evoluiu muito no próprio terreno do Entorno do Teatro Oficina durante a 10ª Bienal de Arquitetura em São Paulo. A Curadoria de Guilherme Wisnik, tirou a exposição das Paredes do Interior do Prédio de Niemeyer no Ibirapuera y colocou em Criações Pesquisadas em Campo, como o Entorno Tombado do Teatro Oficina, onde Arquitetos y Urbanistas – da Bélgica, da AmericaIndoAfroLatina, Corifeados pelos “Arquitetos” Marília Gallmeister y Carila Matzenbacher, do Oficina Uzyna Uzona – ampliaram pra um Corredor Cultural de Árvores Frutíferas, sem Automóveis, q prolonga uma Aléia de Florestas preservada pelo Grupo Silvio Santos no Terreno todo de Demolições: a Oficina de Florestas, criando, a partir da ligação da Rua Jaceguay 520, da Vila Itororó, do TBC, da Casa de Dona YaYá y d outros Pontos de Cultura do Bixiga e da Praça Rosevelt – um Corredor rebolando entre as Torres da Metrópole Infartada.

Neste Lugar desejo Encenar “O Homem e o Cavalo”,

q numa Leitura – dia 17 de Dezembro de 1985, com um Elenco All Star y Coros, com 150 Artistas de Teatro y Vídeo de Todas as Gerações – foi por mim dirigida no Teatro Sérgio Cardoso.

Era o sonho dos Jovens de 1968 a Encenação desta Excepcional Peça Antropófaga.

O Crítico Telmo Martinho q me apelidara de “Decano do Ócio” por ter retornado do Exílio y não ter tido condições materiais de um trabalho dessa dimensão, voltou atrás y me retirou deste apelido.

Mas pra mim o Ócio é uma Delícia y um Sonho.

Só crio no Cío.

Pra Encenar esse Jorro Insensato, quero ainda dedicar esta data ao Grande Artista, meu Irmão, Luis Antonio Martinez Corrêa q não pode continuar com sua série de Musicais sobre a “História do Theatro Musical Brasileiro” por ter sido assassinado no Natal de 30 anos atrás, 1987, por pessoas q quiseram matar em si o q não conseguiram com 107 facadas: o Amor Humor q Luis Antônio esbanjava sempre sorrindo.

José Celso Matinez Corrêa

Zé Celso

25 d Março de 2017

Os presentes de aniversário para o Terreiro Eletrônico, rua Lina Bardi, Teatro Oficina, podem ser dados através de nossa plataforma de financiamento direto: www.teatroficina.org

MERDA


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