VERÃO NO OFICINA

11 de FEV a 02 de ABRIL

 

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FOTOS JENNIFER GLASS

 

 

 

 

 

 

 

BACANTES 2017

Carnaval da Origem do Teatro Dionizíaco no Brasil

A Revolução do Amor

na ERA da ANTROPOFÊMEA

 

Depois de dois meses de sucesso em 2016, Bacantes reestreia no Teatro Oficina no calor do pré-carnaval de Sampã. Com patrocínio de manutenção de companhia da Petrobras, o rito segue em nova temporada, de 11 de fevereiro até o dia 2 de abril, sempre aos sábados e domingos, 18h, com apresentação extra dia 30 de março, 20haniversário de 80 anos de Zé Celso.

 

TER A CABEÇA DO INIMIGO NAS MÃOS

Em 2016, comemorando 21 anos de sua estreia, a peça foi recriada em uma montagem que contracena com a “ordem e progresso”, a crise Política y Econômica, e a ascensão do fascismo no Brasil e no mundo. O público que lotou as sessões do Teatro Oficina e do Sesc Pompeia se apropriou do espetáculo como lugar de reexistência frente à onda conservadora que, a todo custo, tenta impedir a potência da multidão, encarnada nos delírios dionisíacos, no phoder da presença, para celebrar juntos e produzir alegria – ação biopolítica mais que necessária nos dias de hoje.
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2017 começou quente com violentas rebeliões seguidas de chacinas em presídios, expondo o abscesso fechado do sistema carcerário brasileiro e das políticas de segurança pública nacionais. Vivemos a crise de um sistema punitivo racista, misógino e elitista, que criminaliza a pobreza e todas as instâncias de alteridade fora da falsa normalidade imposta. Nas prisões superlotadas, 40% da população carcerária não foi sequer julgada.

 

A posse de Donald Trump também reforçou o discurso de uma extrema direita racista, sexista e xenófoba, com as medidas assinadas em seus primeiros dias de governo – construção do muro fronteiriço com o México, restrição de entrada nos EUA de cidadãos de países em sua maioria muçulmanos, autorização de construção de oleodutos em reservas indígenas…

 

Ao mesmo tempo, em todo o mundo, coros bacantes – em grego, atuantes – reexistem e celebram a luta pelas liberdades e pela descriminalização dos seres humanos.

 

Milhões de pessoas da nova esquerda, nascida das Culturas que emergiram no Poder das Mulheres, Gays, Lésbicas, Bi, Trans, Travecas, Negras, estudantes, migrantes, os de dentro e os de fora de todas as caixas, lutadores do CORPO HUMANO, tomaram as ruas, insurgentes contra a hegemonia patriarcal, protagonista de retrocessos em escala global.

 

Essas mobilizações protagonizadas por Bacantes – mulheres que sabem de si – tem agora  pra seu enriquecimento os chamados povos indígenas, com sua sabedoria milenar na defesa da Vida no Planeta Terra, conhecedores de uma cosmologia que nos inflama com um novo comportamento humano, em um devir-índio multinaturalista.

 

O rito vive a chegada de Dionyzio (Marcelo Drummond), filho de Zeus (Roderick Himeros) e da mortal Semelle (Camila Mota), em sua cidade natal, TebaSP, que não o reconhece como Deus. Trava-se o embate entre o mortal Penteu (Fred Steffen), filho de Agave (Joana Medeiros), que, através de um golpe de estado, tomou o poder do avô, o Governador Kadmos (Ricardo Bittencourt) e tenta proibir a realização do Teatro dos Ritos Báquicos oficiados por Dionyzio e o Coro de Bacantes e Sátiros nos morros da cidade.

 

Penteu é a personagem mais contemporânea da peça. Ele incorpora o pensamento dominante, herança do legado racista, patriarcal, escravocrata e sexista, que tem na propriedade privada a legitimação de genocídios; no discurso de hategroups que não conseguem contracenar com as diferenças e no privatizante e “apolítico” projeto neoliberal.

 

No terceiro ato, o coro de Bacantes e Sátiros que presentificam a multidão insurgente, conduzidos por sua mãe, estraçalham e devoram Penteu num trágico banquete antropófago – um rito de adoração da adversidade. Nesse movimento, o coro se revela mais contemporâneo que Penteu, pois vai em direção ao primitivo, num retorno ao pensamento em estado selvagem com percepção da cosmopolítica indígena, que hoje nos mostra como totemizar a predação e o trauma social do capitalismo e do antropocentrismo que atravessam continentes e séculos carregando a mitologia do Progresso a qualquer custo.

 

Com músicas compostas por Zé Celso, incorporando o Teatro de Revista, Bacantes vai muito além do musical americano, e depois de 20 anos da estreia, a evolução musical do Coro do Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, desde as montagens de Os Sertões até as imersões nas obras de Villa Lobos e Paul Hindemith, preparou a companhia para a atuação nesta ópera eletrocandomblaica com a qualidade que lhe é devida. A música é executada ao vivo pelos coros & banda.

 

BACANTES É UMA AÇÃO DESTE MOMENTO

O ESPETÁCULO PÕE EM CENA

O PODER DA PRESENÇA

DIANTE DA PRESENÇA DO PODER

 

Com time de 70 artistas, a Companhia Teatro Oficina Uzyna Uzona, volta em cartaz e sincroniza a macumba dos ritos de origem do teatro à revolução do amoro canto insurgente de 2017 como o discurso de Madonna:

 

“Sejam bem-vindos à revolução do amor, à rebelião, à nossa recusa como mulheres de aceitar esta nova era de tirania, em que não apenas as mulheres estão em risco, mas todas as pessoas marginalizadas. A era em que ser unicamente diferente, neste momento, pode ser verdadeiramente considerado um crime. Tivemos que chegar a este momento horrível de escuridão para acordar.”

 

TEATRO OFICINA 58 ANOS

Fundada em 1958, a Companhia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona mistura em seus ritos teat(r)ais música, artes plásticas, vídeo, cinema, arquitetura, urbanismo, dança, em processos de co-criação entre artistas. A BIGORNA, lugar onde se forja o ferro e o corpo, onde se transforma e interpreta a vida, é símbolo da companhia desde sua fundação – uma bigorna de ferro foi colocada por Lina Bo Bardi na fachada do edifício, na cabeça. Desde 1967, com a montagem de O Rei da Vela, de Oswald de Andrade, a companhia tem como linha estética a antropofagia, incorporada até hoje na criação de seus espetáculos, ritos e filmes, e o Teat(r)o Oficina, nas muitas décadas de existência, consolidou-se como um lugar de produção de arte e conhecimento.

 

SERVIÇOS

Bacantes, de Eurípedes, Zé Celso e Teat(r)o Oficina

 

TEATRO OFICINA

 

Datas

De 11/02 a 02/04 de 2017 – sábados e domingos. 18h

 

SESSÃO ESPECIAL

30/03 – quinta feira 20h – 80 anos de Zé Celso

 

Ingressos:

R$60,00 – inteira

R$30,00 – meia entrada (estudantes, artistas, professores e pessoas acima de 60 anos)  

R$20,00  (moradores do Bixiga, com comprovante de residência).

 

INGRESSOS ANTECIPADOS:

http://bit.ly/bacantesteatroficina

 

Local: Teat(r)o Oficina

Rua Jaceguai, 520, Bixiga, São Paulo, SP.

 

Capacidade: 300 lugares

 

Duração: 5h40 (inclui dois intervalos)

 

Legendas em inglês/English subtitles

 

Indicação etária: 18 anos

 

Transmissão ao vivo: https://www.youtube.com/user/uzonauzyna

 

SEJA UM CO-PRODUTOR DO TEAT(R)O OFICINA:

http://teatroficina.org/

 

BACANTES – FICHA TÉCNICA

 

Texto:

EURÍPEDES

 

Versão brazyleira

CATHERINE HIRSCH

DENISE ASSUNÇÃO

MARCELO DRUMMOND

ZÉ CELSO MARTINEZ CORREA

 

Tradução para o inglês | Legendas

ANA HARTMANN y MARIA BITARELLO

 

DIREÇÃO E MÚSICA

JOSÉ CELSO MARTINEZ CORREA

 

Conselheira poeta

CATHERINE HIRSCH

 

Direção Musical:

MARCELO PELLEGRINI

GUILHERME CAZALVARA

CHICÃO

 

Direção de Cena:

ELISETE JEREMIAS

OTTO BARROS

 

TYAZO:

 

Dionysio

MARCELO DRUMMOND

 

Penteu

FRED STEFFEN

 

Tirézias

ZÉ CELSO MARTINEZ CORREA

 

Semele

CAMILA MOTA

 

Zeus

RODERICK HIMEROS

Kadmos

RICARDO BITTENCOURT

 

Hera

VERA BARRETO LEITE

 

Rheia e Coriféria Negra

CARINA IGLESIAS

 

Coriféria Negra

DENISE ASSUNÇÃO

 

Agave e Moira Corta Vida

JOANA MEDEIROS

 

Autonoe e Moira Puxa Vida

LETÍCIA COURA

 

Hino e Moira Tece Vida

MARIANA DE MORAES y NASH LAILA

 

RODERICK HIMEROS

 

Ganimedes

OTTO BARROS

RODERICK HIMEROS

 

Ampelos

LUCAS ANDRADE

 

Cupido

KAEL STUDART

 

Mensageiro I

RODERICK HIMEROS

 

Mensageiro II

MARCIO TELLES

 

Comandante da Tropa de Elite

TONY REIS y CYRO MORAIS

 

Harmonia e Paz

CAMILA GUERRA Y DANIELLE ROSA

 

Afrodita

MÁRCIO TELLES

 

Artemis

WALLACE RUY

 

Coripheia

SYLVIA PRADO

 

Touro enfurecido

CYRO MORAIS

 

Adoração

VERA BARRETO LEITE

 

Bacantes

BÁRBARA SANTOS

CAMILA GUERRA

CLARISSE  JOAHANSSON

DANIELLE ROSA

FERNANDA TADDEI

GABRIELA CAMPOS

MARINA WISNIK

NASH LAILA

WALLACE RUY

 

Satyros & Coro de Penteu

CYRO MORAIS

IGOR PHELIPE

KAEL STUDART

LEON OLIVEIRA

LUCAS ANDRADE

RODERICK HIMEROS

RODRIGO ANDREOLLI

TONY REIS

TÚLIO STARLING

 

BANDA ANTROPÓFAGA

GUILHERME CAZALVARA (bateria e trompete)

FELIPE BOTELHO (baixo elétrico)

ITO ALVES (percussão)

CHICÃO (piano e teclados)

MOITA (guitarra elétrica)

ANDRÉ SANTANA LAGARTIXA (bateria)

 

Sonoplasta

DJ JEAN CARLOS

 

Preparação Vocal

GUILHERME CALZAVARA

CHICÃO

 

Preparação corporal/dança/atuação

MÁRCIO TELLES

SERGIO SIVIERO

HUGO RODAS

 

Figurino

SONIA USHIYAMA

GABRIELA CAMPOS

CAMILA VALONES

SELMA PAIVA

VALENTINA SOARES

SYLVIA PRADO

 

Camareira

CIDA MELO

 

Maquiagem

CAMILA VALONES

PATRÍCIA BONÍSSIMA

 

Arquitetura Cênica

CARILA MATZENBACHER

MARÍLIA CAVALHEIRO GALLMEISTER

CLARISSA MORAES

 

Objetos  

CRIAÇÃO COLETIVA DA COMPANHIA

 

Objetos cênicos

RICARDO COSTA

 

Máscara de Dionyzio

IGOR ALEXANDRE MARTINS

 

Contraregragem/maquinária

OTTO BARROS

ELISETE JEREMIAS

CARILA MATZENBACHER

MARÍLIA CAVALHEIRO GALLMEISTER

BRENDA AMARAL

 

Residência no  Processo Criativo da  Direção de Cena

ANA SOBANSKY

 

Cenotecnia

JOSÉ DA HORA

 

Som

FELIPE GATTI

 

Assistentes de som

RAIZA SORRINI

 

Iluminação

desenho dos mapas de luz, afinação, direção do roteiro de operação, coro de pin-beams e operação de luz ao vivo

CIBELE FORJAZ

 

Direção técnica e de montagem, Co-operação de luz ao vivo

PEDRO FELIZES

LUANA DELLA CRIST

 

Coro de pimbeans

CAMILE LAURENT

LUCIA RAMOS

NARA ZOCHER

 

Cinema ao vivo

IGOR MAROTTI (diretor de fotografia, câmera)

CAFIRA ZOÉ (câmera)

PEDRO SALIM (corte de mesa, vídeo mapping)

 

Produção Executiva e administração

ANDERSON PUCHETTI

 

Produção

EDERSON BARROSO

 

Direção de Produção, Estrategistas e Captação

CAMILA MOTA

MARCELO DRUMMOND

ZÉ CELSO

 

Editoria WEB

BRENDA AMARAL

CAFIRA ZOÉ

IGOR MAROTTI

 

Núcleo de Comunicação Antropófaga | Mídia Tática

BRENDA AMARAL

CAFIRA ZOÉ

CAMILA MOTA

 

Projeto Gráfico e Poster

IGOR MAROTTI

 

Texto do Programa

CAFIRA ZOÉ

CAMILA MOTA

ZÉ CELSO

 

Fotógrafos

CAFIRA ZOÉ

IGOR MAROTTI

JENNIFER GLASS

 

Programação WEB

BRENDA AMARAL

 

Operação de legendas

MARIA BITARELLO

 

Makumbas Graphykas

CAFIRA ZOÉ

CAMILA MOTA

 

A PEÇA E A COSMOGONIA DE UMA ENCENAÇÃO | 21 ANOS E MAIS

 

ESTRAÇALHAMENTO DE PENTHEU

 

405 a.C.

Bacantes, Bakxai, é a última tragédia escrita por Eurípedes, o terceiro grande dramaturgo grego, que dedicou a maior parte de suas peças a um conteúdo social, onde era frequente a ausência de mitos. Na velhice, é exilado na Macedônia em uma casa situada ao lado de um terreiro de velhas bacantes, onde escuta celebrações dos ritos da origem do teatro, preservados por elas. Eurípedes documenta e reconstrói esses ritos, bem mais remotos que ele, em 25 cantos e cinco episódios.

 

1983 – 1986 | CRIAÇÃO DA DRAMATURGIA BRAZYLEIRA

O Teatro Oficina prepara a primeira versão do texto, finalizada em 1987. Nos anos 80, a companhia realiza diversos trabalhos de coro, composição de músicas e constrói uma dramaturgia antropófaga. São co-autores dytirambistas dos tyasos dionizíacos Eurípedes, Zé Celso, Catherine Hirsch, Denise Assunção e Marcelo Drummond.

 

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ENSAIOS DÉCADA DE 80 | MARIANA DE MORAES, ZÉ CELSO E VERA BARRETO LEITE. ARQUIVO OFICINA

Segundo Fernando Peixoto, em texto sobre a tradução feita pela companhia, José Celso é mais dionisíaco que Eurípedes. Seu texto, proposta para um espetáculo, estímulo para a encenação, partitura de palavras em busca de uma partitura musical com estrutura de ópera, avassalador e criativo vômito de frases poéticas que incorporam até mesmo como citação explícita elementos da vida nacional e popular do Brasil de hoje, não é nem uma acadêmica tradução e muito menos uma livre e desenfreada adaptação. As Bacantes que ele elabora como texto ou pré-texto para um projeto de espetáculo capaz de integrar o terreiro de nossas religiões afro com a múltipla presença de aparelhos de vídeo, necessitando música que mescle o atabaque com o sintetizador eletrônico, é fruto de uma insólita e mediúnica parceria: Eurípedes–José Celso. Direitos autorais a serem divididos 50%  (…) E ambos devem parte de seus direitos às mais autênticas, espontâneas e transgressoras religiões-tradições de de seus povos: Eurípedes seria pobre sem os mitos da religião grega, assim como José Celso seria mais pobre sem os rituais das religiões negras.

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ENSAIOS DÉCADA DE 80 | ARQUIVO OFICINA

 

1993 | TERREIRO ELETRÔNICO D LINA BARDI E EDSON ELITO

O texto de 1987 é matriz e incorpora em sua estrutura poética peças que serão encenadas a partir da década de 90. E antes da montagem do espetáculo, a dramaturgia se materializou na construção do terceiro Teatro Oficina, de Lina Bo Bardi e Edson Elito, paradoxalmente inaugurado com Ham-Let, de Shakespeare, em 1993, e com projeto arquitetônico inspirado diretamente nas necessidades dos elementos da arquitetura cênica de Bacantes: terreira eletrônica, extratoporto, chão de cimento com tira de terra crua, céu aberto em teto móvel para comunicação com os urânidas, jardim túmulo de Semele, fogo, fonte de Dirce – cachoeira. Esse espaço, dramaturgicamente arquitetado, em 2015, foi eleito o melhor teatro do mundo, segundo o The Guardian.

 

A peça é a grande diretora da linguagem desenvolvida pela companhia: tragykomédyOrgyas, óperas de carnaval elektrocandomblaicas.   

 

FACSIMILE DO ROTEIRO ORIGINAL

 

1995 | PRIMEIRO NASCIMENTO

Bacantes teve sua primeira montagem, sua estreia, no Teatro Grego de Ribeirão Preto dia 11 de agosto de 1995, noite de Aniversário de 33 anos do Ator q criou a Persona de Dionísios Marcelo Drummond. A implantação deste Rito no Brasil, iria revolucionar os Caminhos do Oficina Uzyna Uzona com o Ritual de sua 1ª Ópera de Carnaval.

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FOTO LENISE PINHEIRO |BEATRIZ AZEVEDO CORIFEIA TEATRO DE ARENA DE RIBEIRÃO PRETO

 

 

1996 | PÚBLICO ATUADOR

Estreou em 1996 no Teatro Oficina, já terreiro eletrônico de Lina Bo Bardi e Edson Elito, encenada como ópera de Carnaval para cantar o nascimento, morte e renascimento de Dionyzio, Deus do Teatro, do vinho e do carnaval.

O público, apaixonado pela pulsão teatral, na primeira temporada de Bacantes passou pelo rito de passagem à outra Re-iniciação: do Teatro Orgyástico, aberto para todas as democracias, vivo, como a Multidão nos Coros da Tragédia Grega ou nos antigos carnavais. Foi o embrião de um coro que nas décadas seguintes atuou no dia a dia dos espetáculos da companhia.

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                                    FOTO LENISE PINHEIRO | DENISE ASSUNÇÃO NA MONTAGEM DE 1996

 

1997 – 2011

O texto phalado em brazyleiro, pra boca de todos, é encenado em diversos teatros de estádio – espaços cênicos construídos com estrutura semelhante ao Teatro Oficina, sempre em formato de pista, e Bacantes é apresentada para multidões em muitas cidades do Brasil e do Mundo: Araraquara, Brasília, Salvador, Recife, Belém, Manaus, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza, Liége e Lisboa.