O BOX de DVD’s “Oficina 50 anos” contem 4 filmes, realizados ao longo de 3 anos, desde 2008, quando o Oficina completou seu Jubileu de Ouro.

O lançamendo do BOX será no dia 16 de agosto de 2011, logo após a estreia da Macumba Antropófaga. Para maiores informações sobre o lançamento acesse: http://teatroficina.uol.com.br/events/115

Release dos filmes:

VENTO FORTE PARA UM PAPAGAIO SUBIR

Primeira peça escrita por Zé Celso, diretor e fundador do Oficina, “Vento Forte para um Papagaio Subir” é uma peça em um ato estreada dia 28 de outubro de 1958 pelo Grupo Oficina, no Teatro Novos Comediantes, na Rua Jaceguay 520: o atual Teatro Oficina. Esta reencenação, pela primeira vez dirigida pelo seu autor depois de 50 anos, dá início às celebrações do Jubileu dos 50 anos do Grupo Oficina em 2008.

Em “Vento Forte para um Papagaio Subir”, Bandeirantes, cidade fictícia do interior de São Paulo, acabou de sofrer uma Tempestade. Lá, João Ignácio, jovem de 21 anos, durante a tempestade, relembra os ventos dos papagaios que empinava até os céus e que morriam deixados no solo. Parece que nada vai mudar, que a cidade vai voltar a sua vida outra vez… Mas para João Ignácio e para muitos outros a Tempestade foi um acontecimento decisivo. A Tempestade é o momento revolucionário! João Inácio sente o chamado dos ventos fortes dos anos 1960 e vai ao encontro de sua escolha: morrer iniciaticamente como pequeno burguês, abandonando a família para nascer, dioniziacamente, pela segunda vez, como poeta para o cosmos.

Texto: José Celso Martinez Corrêa
Direção da Peça: José Celso Martinez Corrêa
Direção do Filme: Camila Mota
Montagem: Karen Akerman
Mixagem: Ricardo Cutz / Estúdios Mega
Produção Executiva: Lucas Weglinski
Realização: Teat®o Oficina Uzyna Uzona, Agalma Produções
Patrocinio: PETROBRAS
Atuadores: Lucas Weglinski, Guilherme Calzavara, Anna Guilhermina, Sylvia Prado, Vera Barreto Leite, Fabiana Serroni, Juliane Elting e José Celso Martinez Corrêa
Música: Otávio Ortega, Wilson Feitosa e Zé Celso
Figurinos: Flávia Lobo
Espaço Cênico: Zé de Paiva e Rafael Ghirardello
Sonoplastia: Rodrigo Gava
Luz: Marcelo Drummond.
Vídeo Poema: Ava Rocha.
VJ: Charles Lima.
Imagens 16mm: Jorge Borges Corrêa (Pai de Zé Celso)
Duração do Filme:101 minutos

TANIKO – O RITO DO MAR

O Teat®o Oficina realizou a primeira versão desta obra – que depois entraria para o repertório da Companhia – no dia 23 de dezembro de 1997, por celebração da eternidade, em seu décimo aniversário de morte, de Luís Antônio Martinez Corrêa, irmão de Zé Celso, que havia traduzido a peça pouco antes de ser assassinado no Rio de Janeiro. A encenação ficou em cartaz no ano de 1998 no Teatro Oficina e viajou ao Rio de Janeiro.

Em 2008, cem anos depois do navio japonês Kasatu Maru aportar no Brasil e dar início à imigração japonesa, o Oficina recriou a peça, que passou de Rito do Vale, no original, a Rito do Mar. Taniko – O Rito do Mar, tem texto baseado numa peça de Zen Chiku, dramaturgo da companhia do criador do Teatro Nô japonês: Zeame. Numa recriação de Luis Antônio e José Celso Martinez Corrêa, esse rito foi transformado num musical “Nô Bossa Nova Trans Zen i kú”, como define o diretor, celebrando a viagem dos primeiros imigrantes japoneses ao Brasil.

O filme narra uma viagem de iniciação peripatética, trazendo num barco o menino Kogata. Ele arrisca-se ao deixar a mãe doente no Japão e seguir para o Brasil, sabendo da lei que estabelece deixar no caminho quem for tomado de exaustão ou ficar doente. Kogata revela não suportar o cansaço da viagem e exige que os companheiros o apunhalem e lhe joguem morto no mar, pois não quer morrer só. Cumpre-se o rito, apesar do Mestre Waki tentar impedir. Depois do feito, Waki invoca o poder de Zeame, o criador do Nô, que com a ajuda do Buda Bundo e da catarsis do próprio público consegue tirar Kogata dos braços do mar.

Texto: de Zen Chi Ku
Trans Versão: Luis Antonio Martinez Correa e Camila Mota
Direção da Peça: Zé Celso Martinez Correa
Direção do Filme: Gabriel Fernandes
Montagem: Jair Molina
Mixagem: Rodolfo “DiPa” Dias Paes, Estúdios Sasso
Produção Executiva: Lucas Weglinski
Realização: Teat®o Oficina Uzyna Uzona, Agalma Produções
Patrocinio: PETROBRAS
Atuadores:José Celso Martinez Corrêa, Marcelo Drummond, Ariclenes Barroso, Sylvia Prado, Céllia Nascimento, Sônia Ushiyama, Hector Othon, Camila Mota, Flávio Rocha, Juliane Elting, Lucas Weglinski, Rodrigo Andreolli.
Direção Musical: Guilherme Calzavara
Figurinos:Sônia Ushyiama
Espaço Cênico: Rafael Ghirardello
Sonoplastia: Guilherme Calzavara
Luz:Ricardo Maranez e Rafael Ghirardello
Duração do Filme:81 minutos

CYPRIANO & CHAN-TA-LAN

Com texto de Luís Antonio Martinez Corrêa e Analu Prestes, e direção de Marcelo Drummond, Cypriano e Chan-ta-lan (ou Sensações e Folias de 73) canta em tom de Rock as aventuras do príncipe Cypriano, herdeiro do trono de Golconda, em busca de sua amada desaparecida Chan-ta-lan, numa viagem psicodélica que vai transportar todos para universos expandidos da percepção, numa jornada mítica e mágica, sempre apimentada pelas armadilhas do hilário Super Vilão Cecil B. de Milho.

O Teatro Oficina, caminhando no Labrynto de seus 50 anos de vida, retoma a obra de Luiz Antônio Martinez Corrêa e realiza este musical, concebido em 1973, que une o teatro de revista e o enredo lisérgico fabuloso da busca de um amor desencontrado. No elenco, atores e músicos da companhia Uzyna Uzona e os 21 alunos que fazem parte do Movimento Bixigão, mutirão cultural que conta com a participação das crianças do bairro do Bixiga desde 2002. A peça, escrita em 1973, ficou em cartaz até o aniversário da companhia Uzyna Uzona, em agosto de 2008.

Texto: Luis Antônio Martinez Corrêa e Ana Lucia Prestes
Direção da Peça:Marcelo Drummond
Direção do Filme: Marcelo Drummond, Joaquim Vicente e Lucas Weglinski
Montagem e fotografia: Joaquim Vicente
Direção musical: Adriano Salhab
Mixagem: Ricardo Cutz / Estúdios Mega
Produção executiva: Lucas Weglinski
Realização: Teat®o Oficina Uzyna Uzona, Agalma Produções
Patrocinio: PETROBRAS
Atuadores: Paschoal da Conceição, Anna Guihermina, Lucas Weglinski, Ariclenes Barroso, Geni Lira, Camila Mota, Guilherme Calzavara, Naomy Scholling, Sylvia Prado, Céllia Nascimento, Leticia Coura, Adriana Capparelli, Juliane Elting, Fred Steffen, Adriana Viegas, Anthero Montenegro, Fabiana Serroni, Flávio Rocha, Analiê Schinaider, Ageboh Cyrielle Didiane, Aguinaldo Rocha, Rafael Ghiraldelo, Daniel Camilo, André “Lagartixa” Santana, Laene Santana, MOVIMENTO BIXIGÃO Figurinos: David Schumaker, Sônia Ushiyama e Flavia Lobo de Felício Espaço Cênico: Rafael Ghirardello Sonoplastia: Rodrigo Gava Luz: Ricardo Morañez e Marcelo Drummond Duração do Filme:154 minutos

OS BANDIDOS

Nietzsche diz desta peça que se ela tivesse sido escrita antes da invenção de Deus, ele, Deus, nem precisaria ter aparecido. Além de musical, Os Bandidos é a primeira ”Novela das oito” do Uzyna Uzona. Um folhetim que se passa nos hemisférios Norte e Sul, em torno de uma Grande Corporação Vídeo Financeira. A peça escrita por Schiller ganha vida em São Paulo, a SamPã do Oficina, e numa “Capital do Capital” imaginária do hemisfério Norte (que poderia ser Berlim, Nova Yorque etc.).

O velho Patriarca DOUM Bigg Boss começa a decair. Ele tem dois filhos: Kosmos, que pretende herdar o posto patriarcal do Pai, e Damian – ou Damião, como é conhecido no Brasil. Este, percebendo as oportunidades de transformação no mundo de hoje, e entendendo que a política criminaliza-se, aposta na politização do banditismo das classes A, B e C. Damião quer criar um Bando, o mais pacífico possível, promovendo a saída do cativeiro de toda população excluída – e incluída – através de uma Perestroika no Capitalismo.
Mas ele tem um transtorno bi polar: É Damian, principalmente pelo amor que tem por Ariadne, grande estrela de Teatro e TV no hemisfério Norte, mas é também Damião no Brasil, aquele que quer politizar os Bandidos do país. Torna-se líder do STRUMEUNDMANGUE, uma Máquina de Desejo desse sonho revolucionário.

Texto: Friedrich Schiller
TransVersão e Direção da peça: Zé Celso Martinez Correa
Direção do Filme: Elaine Cesar
Co-Direção: Lucas Weglinski e Camila Mota
Montagem e Co-Direção: Fernando Coimbra
Direção de Fotografia: Arnaldo Mesquita
Mixagem: Rodolfo “Dipa” Dias Paes, Estúdios Sasso
Direção Musical: Guilherme Calzavara e Otávio Ortega
Produção executiva: Lucas Weglinski
Realização: Teat®o Oficina Uzyna Uzona, Agalma Produções
Patrocinio: PETROBRAS
Atuadores: Aury Porto, Marcelo Drummond, Ricardo Bittencourt, Sylvia Prado, Vera Barreto Leite, Anna Guihermina, Camila Mota, Guilherme Calzavara, Fred Steffen, Lucas Weglinski, Juliane Elting, Céllia Nascimento, Naomy Scholling, Anthero Montenegro, Ariclenes Barroso, Gabriel Fernandes, Adriana Viegas, Márcio Telles, Ageboh Cyrielle Didiane, Rodrigo Andreolli, Aguinaldo Rocha, Rafael Ghiraldelo e Zé Celso Martinez Correa
Figurinos: :David Schumaker e Sônia Ushiyama
Espaço Cênico:Rodrigo Andreolli
Sonoplastia:Rodrigo Gava e Lennon Fernandes
Luz: Ricardo Morañez
Duração do Filme:302 minutos