Gardner Minshew II Jersey Daniel Jones Womens Jersey  pra dar um FIM NO JUÍZO de deus | últimas sessões em samPã – Teat(r)o Oficina
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pra dar um FIM NO JUÍZO de deus | últimas sessões ...

pra dar um FIM NO JUÍZO de deus | últimas sessões em samPã

De volta da capital mineira, depois de uma apresentação quente, para 1.400 pessoas durante a Virada Cultural de BH, a Companhia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona traz, em 90 minutos de enorme intensidade poética, “pra dar um FIM NO JUÍZO de deus”, de Antonin Artaud (1896-1948), dessa vez para virar pelo avesso Sampã. O espetáculo fica em cartaz até 31 de julho, sempre aos sábados e domingos, na sede da companhia, localizada no bairro do Bixiga, em São Paulo.

“O rito dialoga com maneiras de reinterpretar a vida, dando voz para o texto ser ouvido no lugar em que ele precisa ser ouvido, com toda a sua contemporaneidade e para além do estigma do autor louco”. – Camila Mota, atriz.

Denunciando certo número de bostas sociais, oficialmente reconhecidas e recomendadas, a montagem/rito dirigida por Zé Celso com os atuadores do Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona exige a incorporação física do Verbo para instaurar o corpo sem órgãos e decretar o fim do juízo de deus. Assim, refaz nossa anatomia, livre dos automatismos que nos impedem de viver e que insistem em dar uma interpretação estanque ao Humano. O Teatro volta, então, a ser o lugar onde se operam as transmutações cirúrgicas para nos transformarmos no corpo a corpo de uma experiência viva.

Neste conturbado ano de 2016, com a ascensão do fascismo nos tribunais de juízes da verdade única que instauram uma crise política e que afrontam a democracia, o Teatro Oficina Uzyna Uzona faz sessões-manifesto, de agitação incendiária no fio do autor momo, Antonin Artaud, palhaço de deus, com a clareza dos alucinados.

“pra dar um FIM NO JUÍZO de deus é própria fissura no tempo-espaço político atual; é o uivo do corpo, o sistema nervoso central ligado ao outro, em suas mil terminações eletroafetivas flutuantes” – Cafira Zoé, poeta visual e jornalista-atuadora na Companhia

O que é a consciência? O que é o infinito? O que é crueldade? Deus é um ser? Essas são apenas algumas das questões postas em cena pelos diversos Artauds, que ganham corpo na carne dos atores. Sergio Siviero é Artaud Marat; Marcelo Drummond é Artaud Monge Massieu; Camila Mota e Sylvia Prado são Artaud Beatrice Cenci; Zé Celso é Artaud Momo; e, Roderick Himeros é Artaud Heliogabalo Tutuguri. Junto a eles está o Coro de Artauds Despedaçados, formado por Joana Medeiros, Nash Laila, Daniel Fagundes e Leon Oliveira.

“Sua grande beleza de Ator, que se vê em seus filmes, estava detonada por torturas de choques elétricos do sistema psiquiátrico da época. Mas a sabedoria nascida de seu Corpo machucado por todas as suas dores fez dele (Antonin Artaud) o grande Curandeiro do século XX. Ele tinha escrito o texto para uma transmissão pela Radio Nacional Francesa – que foi proibida, mas foi gravada e publicada, tornando-se uma Cápsula Revolucionária da Cultura do Corpo Humano”. – Zé Celso, diretor da Companhia.

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*SERVIÇOS*
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*Data*: De 30 e 31 de julho de 2016
*Ingressos*: R$40, R$20 (estudantes, artistas, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos) e R$10 (para moradores do Bixiga, com comprovante de residência).
*Compras na bilheteria do teatro*: uma hora antes de cada sessão, ou no “site da Compre Ingressos”:http://www.compreingressos.com/espetaculos/4205-pra-dar-um-fim-no-juizo-de-deus.
*Horário*: sábados, às 21h/ domingos, às 20h
*Local*: Teat(r)o Oficina (Rua Jaceguai, 520, Bixiga, São Paulo, SP.)
*Capacidade*: 300 lugares
*Duração*: 90 minutos
*Indicação etária*: 18 anos
“*TRANSMISSÃO AO VIVO*”:www.youtube.com/uzonauzyna

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*FICHA TÉCNICA*
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Direção: José Celso Martinez Corrêa e Teatro Oficina Uzyna Uzona
Conselheira Poeta: Catherine Hirsch
Elenco: Marcelo Drummond, Sergio Siviero, Camila Mota, Zé Celso, Roderick Himeros, Sylvia Prado, Joana Medeiros, Nash Laila, Daniel Fagundes, Rodrigo Andreoli e Leon Oliveira
Músicos: Felipe Botelho, Carina Iglecias, Felipe Massumi e Ito Alves
Enfermeiros-atuadores: Cafira Zoé, Carila Matzembacher, Clarissa Moraes, Dan Olí, Kael Studart, Marília Gallmeister, Otto Barros, Pedro Felizes
Diretor de cena: Otto Barros
Contrarregragem: Kael Studart
Direção de Arte, Figurino e Arquitetura Cênica: Carila Matzembacher, Marília Gallmeister e Clarissa Moraes
Adereço Iemanjá: Ricardo Costa
Camareira: Cida Melo
Luz: Pedro Felizes, Luana Della Crist e Dan Olí
Corografia: Daniel Kairoz
Cinema ao vivo: Igor Marotti (diretor de fotografia, câmera) e Pedro Salim (corte de mesa, vídeo mapping)
Técnico de som: Rodox, Aughusto Levental e Felipe Gatti
Sonoplastia: Gustavo Lemos e Thiago Liguori
Tradutora: Ana Hartmann
Operação de legendas: Cafira Zoé e Brenda Amaral
Produção Executiva: Anderson Puchetti
Produção: Ederson Barroso e Kael Studart
Núcleo de Comunicação Antropófaga | Assessoria de Imprensa: Brenda Amaral, Cafira Zoé e Camila Mota
Programação Visual: Igor Marotti
Fotos de divulgação: Jennifer Glass, Fernando Lima e Márcio Moraes
Indicação etária: 18 anos
Duração: 90 minutos

Fotografia: Henrique Chendes

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www.teatroficina.org


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