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ÚLTIMO EPISÓDIO da WebSérie BACANTES!

Bacantes – Terceiro Ato Parte 2 FINAL

 

Filmada entre 2016 e 2017, a WebSérie Cineteatográfica BACANTES apresenta o Musical dividido em seis episódios, misturando várias apresentações da temporada.
A sexta parte traz as cenas finais do espetáculo e tem imagens produzidas entre março e abril desse ano.

 

Criação de Eurípedes e do Teatro Oficina e dirigida por Zé Celso, Bacantes já foi encenada diversas vezes desde os anos 80, passou por Portugal e Bélgica em 2012 e terminou mais uma temporada em São Paulo dia 02 de Abril de 2017 com mais de 70 atuadores no elenco!

 

EVOÉ!

Bacantes - 3º Ato Parte 1

Legendado em inglês

WebSérie BACANTES

CENA EXTRA!

Os Cavaletes do MASP

Legendado em inglês

O Teatro Artaudiano do MASP

Legendado em inglês

TEKOHA - Teatro Oficina

Legendado em inglês

Caderneta de Campo 1983

O REI DA VELA

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e no Vimeo

Uma das marcas mais fortes do Teatro Oficina é o cruzamento de linguagens, o hibridismo que transforma o teatro em um terreiro eletrônico, aberto a novas tecnologias que serão pensadas e deglutidas antropofagicamente. Em 1970, o filme ‘Prata Palomares’, que tem como personagens principais dois guerrilheiros, foi a primeira experiência cinematográfica do Oficina. Em seguida, uma viagem pelo Brasil foi documentada em diversos trabalhos em película. Também foi nesta época em que ‘O Rei da Vela’ começou a ser filmado.

Em seus anos de exílio, Zé Celso fez cinema em Portugal e Moçambique. Foi premiado com documentários sobre a Revolução dos Cravos e a Independência Moçambicana.

 

Na década de 1980, o Oficina começa a produzir vídeos – a companhia adquiriu do cineasta Fernando Meirelles sua primeira câmera de vídeo, com bitola U-Matic, que foi a primeira câmera com a maior qualidade de captação de imagens daquela época no Brasil. Essa experiência contou com a participação da nova geração de video-makers que surgia. Esses vídeos foram fundamentais para o tombamento e a reconstrução do teatro.  

 

Desde então, a linguagem audiovisual faz parte da linguagem do Teatro Total, tanto pela inclusão nos espetáculos, quanto pela documentação dos processos históricos da companhia. O exílio, a volta com anistia, a construção do projeto de Lina Bo Bardi e Edson Elito, a luta pelo tombamento, as transformações da urbanização do bairro do Bixiga, as apresentações e o contato com diferentes públicos do Brasil e do exterior, seja em Museus, obras de arte ou favelas, todos esses acontecimentos foram filmados/gravados e são um importante documento da história teatral, estética e política do país.

 

Com esse processo ininterrupto, acompanhar a trajetória do processo audiovisual da companhia, é acompanhar o desenvolvimento dessa linguagem no Brasil, pois, desde então, a companhia sempre teve em seus processos câmeras, que foram mudando à medida que novas tecnologias eram desenvolvidas. O acervo da companhia está em todas as bitolas inventadas até hoje: U-Matic, VHS, S-VHS, VHS-C, BETACAM, BETA ANALÓGICA, BETA DIGITAL, MINI DV, DV e HD (cartões), além de material em película (SUPER 8, 16mm, 35mm).

 

O desejo da companhia é a conservação, restauração e digitalização do acervo para ser disponibilizado para o público.

 

A produção inclui material documental e uma importante inovação: a Kino-atuação – incorporação do vídeo nos espetáculos e a transmissão direta de todas as sessões do repertório da companhia em canais na rede.

 

O Oficina foi o primeiro grupo brasileiro a transmitir uma peça ao vivo pela internet, ‘Boca de Ouro’, em 2001.

 

Um novo personagem é criado e passa a ser fundamental em todas as criações: o KINOATUADOR – o câmera man completamente incorporado à encenação, desde o uso de figurinos à sua presença no roteiro das peças, uma espécie de centauro-dançarino, no sentido de um ser híbrido de espécies: o ator em fusão com o cineasta.

 

Muitos artistas já foram protagonistas, desde a década de 80, neste papel: Tadeu Jungle, Edson Elito, Dib Lutf, Fernando Coimbra, Elaine César, Gabriel Fernandes, Cassandra Mello, Joaquim Castro, Igor Marotti, Cafira Zoé e outros que virão.